"As modalidades do fazer desperto são: Aceitação, Satisfação e Entusiasmo. Cada uma representa uma certa frequencia vibracional de consciência. Você precisa estar vigilante para assegurar que pelo menos um deles opera sempre que você está engajado em fazer qualquer coisa. Das mais simples tarefas às mais complexas."
Eckhart Tolle
quinta-feira, 28 de julho de 2011
O Poder da vulnerabilidade
Recentemente assisti a uma palestra no TED Ideas Worth Spreading sobre o poder da vulnerabilidade. A palestra foi oferecida por uma pesquisadora (Brene Brown) que trabalha com vulnerabilidade, coragem, autenticidade e vergonha. Em 10 anos de pesquisa ela tem tentado entender como nós aprendemos a "abracar" nossas vulnerabilidades e imperfeicoes de maneira que nos engajamos com nossa vida a partir de um ponto de autenticidade e senso de valor proprio? Como cultivamos a coragem, compaixao e conexao que precisamos para reconhecer que somos "o bastante" - que somos dignos de amor, "pertencimento" e alegria?

Entre as ideias "poderosas" que ela deixa é a de que nao é possivel viver de coracao "aberto", sincero e completo se nao passamos por vulnerabilidade, duvida e erros. Ja havia lido uma ideia semelhante a esta, no livro "As Consolocaoes da Filosofia", em que Alain cita Nietszche para questionar se: sera que da raiva pode surgir o amor? Da tristeza possa surgir a alegria?
Por que nos limitamos a pensar que o é "bom" so pode surgir de algo "bom" e o que é "ruim" so pode dar origem a algo "ruim"?

Entre as ideias "poderosas" que ela deixa é a de que nao é possivel viver de coracao "aberto", sincero e completo se nao passamos por vulnerabilidade, duvida e erros. Ja havia lido uma ideia semelhante a esta, no livro "As Consolocaoes da Filosofia", em que Alain cita Nietszche para questionar se: sera que da raiva pode surgir o amor? Da tristeza possa surgir a alegria?
Por que nos limitamos a pensar que o é "bom" so pode surgir de algo "bom" e o que é "ruim" so pode dar origem a algo "ruim"?
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O retorno a Asia
Como e bom estar de volta, não e? Depois de 7 meses em São Paulo, que muitas vezes mais me pareceu um inferno na terra. Talvez não exatamente um inferno, mas em alguns momentos me senti como se estivesse preso. Talvez preso em idéias, talvez preso em um contexto. Mas fato era: muitas vezes sentindo que não estava me comportando da forma como eu realmente sou. E como isso me incomoda profundamente. E fico feliz que me incomoda porque mostra uma das minhas maiores preocupações, e por tabela, qualidades: a de buscar ser quem eu sou. E como e bom ser quem você e, comunicar o que você pensa, dizer ao mundo o que você tem a dizer, agregar de uma forma única.
De passagem por Londres, a impressao de ser uma cidade autentica e humilde.
Estou de volta à Índia. Depois de morar 1 ano aqui, eu desenvolvi uma conexão profunda com esse pais que não consigo explicar em palavras. E qualquer razão que eu de vai parecer superficial ou incapaz de dizer o todo. A Índia continua suja, caótica, difícil para se viver, complexa,...mas sempre viva, forte, cheia de energia e autencidade. Talvez por respeitar tanto essas qualidades e por elas ressoarem tão bem em mim, sinto como se estivesse em casa.
Reconectando!
Na Índia, quando se e estrangeiro e muito comum ser observado o tempo inteiro na rua. As pessoas param para te olhar, reparar seu jeito "estranho" de se vestir, de caminhar, de pentear o cabelo. Dessa vez, já nem mais olham para mim. Me senti de verdade misturado ao todo. Nao moraria o resto da vida na Índia, mas nesse momento sinto que devo estar aqui.
Meninas da AIESEC Bangalore mostram como e que se veste um saree de qualidade!
Na minha primeira semana aqui tenho passado pelos mesmos problemas que tive em 2009 quando fui morar em Mumbai. Não tenho telefone (e como e difícil conseguir um!), não consigo digerir a comida, a cada duas ruas já estou perdido, o banho (de balde), a água tem gosto estranho, moro longe para caramba da cidade...mas são todos problemas que eu sei que vão passar. Uma coisa que a Índia me ensinou e que vou guardar para sempre e a idéia de que nada dura para sempre. Eu acho esta idéia muito poderosa, forte e verdadeira: coisas boas ou ruins, problemas ou alegrias, pessoas ou países - tudo e impermanente, muda o tempo todo e não dura para sempre. Essa percepção me traz alivio para lidar com momentos difíceis, representa humildade diante de algo maior do que quem somos e me empurra para viver intensamente cada momento.
Pode parecer besta (apesar de não ser), mas tem uma cantora que em todas as entrevistas que eu vejo dela, fico admirado com sua ambição, determinação, capacidade de foco, de sonhar e de viver o que ela projeta. Fora o apelo sensual que a primeira vista ela traz, as entrevistas mostram uma pessoa madura. Estou falando da Beyonce. Tirando o ruido que a midia causa na imagem dela, ainda assim: a clareza que ela demonstra em relação ao que ela quer, ao que ela sonha, a ambição de pensar que e possível e não aceitar “nãos” , a certeza de que existem muitas coisas alem do que a gente conhece e de que as coisas podem ser “de muitas maneiras que jamais pensamos que poderiam” e uma essência de quem faz o que quer, que sabe a hora certa e tem foco para sustentar o tempo correto.
Em uma entrevista irada para a TV americana, ela lança uma ideia que vale muito a pena:
“Eu estou aprendendo como reduzir aquele ‘ruido’ constante que tem sido uma parte inseparável da minha vida. Não tenho que provar nada a ninguém. Tenho apenas que seguir meu coração e me concentrar no que eu quero dizer ao mundo. Eu mando no meu mundo.”
Estou de volta à Índia. Depois de morar 1 ano aqui, eu desenvolvi uma conexão profunda com esse pais que não consigo explicar em palavras. E qualquer razão que eu de vai parecer superficial ou incapaz de dizer o todo. A Índia continua suja, caótica, difícil para se viver, complexa,...mas sempre viva, forte, cheia de energia e autencidade. Talvez por respeitar tanto essas qualidades e por elas ressoarem tão bem em mim, sinto como se estivesse em casa.
Reconectando!Na Índia, quando se e estrangeiro e muito comum ser observado o tempo inteiro na rua. As pessoas param para te olhar, reparar seu jeito "estranho" de se vestir, de caminhar, de pentear o cabelo. Dessa vez, já nem mais olham para mim. Me senti de verdade misturado ao todo. Nao moraria o resto da vida na Índia, mas nesse momento sinto que devo estar aqui.
Na minha primeira semana aqui tenho passado pelos mesmos problemas que tive em 2009 quando fui morar em Mumbai. Não tenho telefone (e como e difícil conseguir um!), não consigo digerir a comida, a cada duas ruas já estou perdido, o banho (de balde), a água tem gosto estranho, moro longe para caramba da cidade...mas são todos problemas que eu sei que vão passar. Uma coisa que a Índia me ensinou e que vou guardar para sempre e a idéia de que nada dura para sempre. Eu acho esta idéia muito poderosa, forte e verdadeira: coisas boas ou ruins, problemas ou alegrias, pessoas ou países - tudo e impermanente, muda o tempo todo e não dura para sempre. Essa percepção me traz alivio para lidar com momentos difíceis, representa humildade diante de algo maior do que quem somos e me empurra para viver intensamente cada momento.
Pode parecer besta (apesar de não ser), mas tem uma cantora que em todas as entrevistas que eu vejo dela, fico admirado com sua ambição, determinação, capacidade de foco, de sonhar e de viver o que ela projeta. Fora o apelo sensual que a primeira vista ela traz, as entrevistas mostram uma pessoa madura. Estou falando da Beyonce. Tirando o ruido que a midia causa na imagem dela, ainda assim: a clareza que ela demonstra em relação ao que ela quer, ao que ela sonha, a ambição de pensar que e possível e não aceitar “nãos” , a certeza de que existem muitas coisas alem do que a gente conhece e de que as coisas podem ser “de muitas maneiras que jamais pensamos que poderiam” e uma essência de quem faz o que quer, que sabe a hora certa e tem foco para sustentar o tempo correto.
Em uma entrevista irada para a TV americana, ela lança uma ideia que vale muito a pena:
“Eu estou aprendendo como reduzir aquele ‘ruido’ constante que tem sido uma parte inseparável da minha vida. Não tenho que provar nada a ninguém. Tenho apenas que seguir meu coração e me concentrar no que eu quero dizer ao mundo. Eu mando no meu mundo.”
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Crescendo dia a dia
Ha um bom tempo tenho me questionado bastante sobre ter um perfil sonhador, idealista X capacidade de realizacao pratica, mundo do "pe no chao". Sempre fui um cara que jogava tudo para o alto para fazer aquilo que mais gostava, levando um pouco com a barriga as "coisas mais chatinhas", menos queridas.
Mas nem sempre o que mais gostamos e a prioridade - alias, raramente e. Isso, falo, no mundo corporativo, em que funcoes sao bem especificas ao mesmo tempo em que as pessoas sao cobradas pela visao do todo, em que inovacao e estimulada - mas como bem li em um artigo, estimulada desde que voce trabalhe nela depois das 23h =)
Tambem sempre quis fazer 29483289 de coisas ao mesmo tempo, tudo me interessava e tudo eu fazia, e acumulava. Quer dizer, fazia mesmo?
Essa questao de foco, praticidade, priorizacao tem batido muito dentro da minha cabeca nos ultimos tempos. Entendi que quero sim sonhar, idealizar e fazer o que eu gosto. Entendi que ser idealista e positivo. E justamente por isso, para realmente realizar, preciso focar, priorizar e ser pratico.
Comecei revisando minha agenda e a forma como dou follow up nas atividades que estou me envolvendo. Tambem comecei a priorizar com base na visao global do "onde quero chegar" - o que eu faco contribui para onde eu quero chegar? o que eu faco e legal, ok...mas deve ser feito agora? O que eu faco e urgente?
Estou criando problemas para mim mesmo so porque "quero fazer isso dessa forma"?
Parece que estou comecando a entender que realizacao, alem de sonhos e ideais, tambem tem muito a ver com foco e disciplina.
Mas nem sempre o que mais gostamos e a prioridade - alias, raramente e. Isso, falo, no mundo corporativo, em que funcoes sao bem especificas ao mesmo tempo em que as pessoas sao cobradas pela visao do todo, em que inovacao e estimulada - mas como bem li em um artigo, estimulada desde que voce trabalhe nela depois das 23h =)
Tambem sempre quis fazer 29483289 de coisas ao mesmo tempo, tudo me interessava e tudo eu fazia, e acumulava. Quer dizer, fazia mesmo?
Essa questao de foco, praticidade, priorizacao tem batido muito dentro da minha cabeca nos ultimos tempos. Entendi que quero sim sonhar, idealizar e fazer o que eu gosto. Entendi que ser idealista e positivo. E justamente por isso, para realmente realizar, preciso focar, priorizar e ser pratico.
Comecei revisando minha agenda e a forma como dou follow up nas atividades que estou me envolvendo. Tambem comecei a priorizar com base na visao global do "onde quero chegar" - o que eu faco contribui para onde eu quero chegar? o que eu faco e legal, ok...mas deve ser feito agora? O que eu faco e urgente?
Estou criando problemas para mim mesmo so porque "quero fazer isso dessa forma"?
Parece que estou comecando a entender que realizacao, alem de sonhos e ideais, tambem tem muito a ver com foco e disciplina.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Novos ares em Sao Paulo
Uma nova diretora de RH chegou na empresa em que eu trabalho e trouxe para mim exatamente o que eu precisava profissionalmente: a job description que eu sempre sonhei e ao mesmo tempo, me mostrou as lacunas do meu perfil que eu preciso desenvolver. E acredito que esta seja uma grande oportunidade de crescimento!
No trabalho, ficou definido que eu vou trabalhar com cultura organizacional (envolvendo comunicacao interna, programa de reconhecimento, engajamento de colaboradores e acoes de responsabilidade social) e com gestao de talentos (avaliacao de performance e programa de high performance p/ sucessao de liderancas e de melhoria de performance para funcionarios com notas de desempenho e potencial baixos).
Nas lacunas, listamos que preciso focar em:
* Balancear minha energia. "Nao se trata de nadar 50m acelerado, aqui e uma maratona!" O que me da energia? O que me tira energia? Como manter a energia como em uma maratona?
* Capacidade de priorizar ideias e planos: o quem vem primeiro? Estamos fazendo o basico? Dai o que seria intermediario? ..."Boas ideias na hora errada significam menos do que ideias medianas na hora certa"
* Praticidade: plano feito, o que da para fazer de pratico?
* Objetividade e assertividade: do que exatamente voce precisa? Como eu posso te ajudar? Colocar ideias claras e ir direto ao ponto
* Atencao a detalhes, foco na excelencia: como poderia ser melhor?
E a master competencia social que venho estudando ha um bom tempo - A Autencidade.
Esta tem relacao com ser voce mesmo e expressar sua essencia.
Neste sentido, alguns comportamentos devem ser reforcados:
* Auto respeito
* Fe nos proprios valores e crencas
* "Agir direito" com as pessoas
* Positividade: ver o melhor lado
* Generosidade
* Confianca: abertura da mente e do coracao
* Energia: vamos comecar?
* Entusiasmo/interesse: zelo pelo vida e por tudo que ela contem
* Atencao: um bom dia, um cafe, um aperto de mao...
* Gentileza: tratar o outro com amor e respeito, sendo capaz de ver a bondade no outro
* Inteligencia: capaz de dar apoio, respostas,conselhos e orientacoes
* Bom humor
E outros devem ser evitados:
* Mudar comportamentos pelo desejo de ser aceito
* Manipular pessoas
No trabalho, ficou definido que eu vou trabalhar com cultura organizacional (envolvendo comunicacao interna, programa de reconhecimento, engajamento de colaboradores e acoes de responsabilidade social) e com gestao de talentos (avaliacao de performance e programa de high performance p/ sucessao de liderancas e de melhoria de performance para funcionarios com notas de desempenho e potencial baixos).
Nas lacunas, listamos que preciso focar em:
* Balancear minha energia. "Nao se trata de nadar 50m acelerado, aqui e uma maratona!" O que me da energia? O que me tira energia? Como manter a energia como em uma maratona?
* Capacidade de priorizar ideias e planos: o quem vem primeiro? Estamos fazendo o basico? Dai o que seria intermediario? ..."Boas ideias na hora errada significam menos do que ideias medianas na hora certa"
* Praticidade: plano feito, o que da para fazer de pratico?
* Objetividade e assertividade: do que exatamente voce precisa? Como eu posso te ajudar? Colocar ideias claras e ir direto ao ponto
* Atencao a detalhes, foco na excelencia: como poderia ser melhor?
E a master competencia social que venho estudando ha um bom tempo - A Autencidade.
Esta tem relacao com ser voce mesmo e expressar sua essencia.
Neste sentido, alguns comportamentos devem ser reforcados:
* Auto respeito
* Fe nos proprios valores e crencas
* "Agir direito" com as pessoas
* Positividade: ver o melhor lado
* Generosidade
* Confianca: abertura da mente e do coracao
* Energia: vamos comecar?
* Entusiasmo/interesse: zelo pelo vida e por tudo que ela contem
* Atencao: um bom dia, um cafe, um aperto de mao...
* Gentileza: tratar o outro com amor e respeito, sendo capaz de ver a bondade no outro
* Inteligencia: capaz de dar apoio, respostas,conselhos e orientacoes
* Bom humor
E outros devem ser evitados:
* Mudar comportamentos pelo desejo de ser aceito
* Manipular pessoas
domingo, 17 de abril de 2011
O que eu posso e o que eu nao posso abrir mao?

Se tem algo que São Paulo sabe gerar muito bem são grupos diversos de pessoas que se interessam por assuntos diferentes e se reunem para discutir de maneira inovadora seus interesses. O Novo olhar é uma rede de pessoas interessadas em trazer novas perspectivas sobre a nossa relação com o nosso trabalho e o que entendemos sobre auto-realização.
Ontem fui a um workshop deles chamado “Networking Saudável” e logo na abertura uma questão: o que eu posso e o que não posso abrir mão para a minha auto-realização? Entre dinâmicas e discussões de grupo, passamos 3 horas entre pessoas de ONGs, empresas, autônomas,...todas em busca de uma idéia mais concreta de como elas podem se realizar e contribuir para uma sociedade e ambientes de trabalho melhores.
Eu sempre fui muito interessado por assuntos de desenvolvimento humano e sempre achei as discussões muito vagas também. Mas discutir personalidade, desejos, realização...só pode ser subjetivo. E como bem disse a Rita (facilitadora do grupo de ontem): “fugindo do malabarismo das palavras, vamos trazer um contraponto concreto para ancorar nossas idéias no chão, em ação”. E daí os exemplos de auto-realização surgiram e foram o melhor do networking!
Em especial o do fundador do Instituto Visão Futuro no Brasil, que falou de maneira bem humorada da história dele e do ambiente de trabalho no Instituto: “Outro dia um rapaz que trabalha com a gente veio para mim reclamando que a vida dele fora do trabalho estava tão conturbada, família,...e quando ele chegava no emprego se sentia mais leve – existe algum lugar em que vocês trabalham que seja assim?”. Ele também deu dicas e trouxes idéias novas como a de que devemos saber quando devemos preservar, ser polêmicos ou dialogar para que sejamos transgressores.
Entre algumas idéias poderosas que foram levantadas está a de que auto-realização tem muito a ver com as “histórias que nós contamos para nós mesmos” e que abrir ou não abrir mão de pensamentos pode potencialmente mudar nossa visão de mundo.
Ao final, uma menina em dúvida levantou a questão: “qual então deve ser o primeiro passo para a auto-realização?” O grupo concluiu: ter um senso de propósito maior (o que pode ser mais útil para o outro?), começar a dizer EU (eu sinto, eu percebo...) e não abrir mão do seu eixo – ser pioneiro vai causar polêmica.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Novas e velhas ideias
Eu sempre fui uma pessoa muito sonhadora, na crenca de que o sonho colore nossa vida. Os meus sonhos me dao esperanca e forca para viver e entender que ate as dificuldades tem seu papel para que o grande desejo se concretize. Afinal, o que somos nos sem os sonhos? E se nao fossem dificeis, seriam mesmo sonhos?
Essa ideia tem ganhado peso na minha vida aqui em SP. Como ja escrevi em outros posts, trabalhar aqui e profissionalmente enriquecedor e, ao mesmo tempo, duro. Nao tem como fugir da realidade de que SP e o centro economico do pais e, assim, tem muitas empresas e muita gente diferente por aqui. Nao sei se tenho ficado mais durao (talvez nao seja essa a palavra), mas tenho certeza de que estou ficando mais maduro.
Entre novas ideias, 3 delas que sao velhas e ja estavam presentes em reflexoes anteriores:
*Focar nas pessoas e coisas que valhem a pena.
*Que bons e maus momentos nao sao completos em si proprios, eles sempre fazem parte de algo maior.
*Temos limitacoes e a vida esta cheia delas.
Essa ideia tem ganhado peso na minha vida aqui em SP. Como ja escrevi em outros posts, trabalhar aqui e profissionalmente enriquecedor e, ao mesmo tempo, duro. Nao tem como fugir da realidade de que SP e o centro economico do pais e, assim, tem muitas empresas e muita gente diferente por aqui. Nao sei se tenho ficado mais durao (talvez nao seja essa a palavra), mas tenho certeza de que estou ficando mais maduro.
Entre novas ideias, 3 delas que sao velhas e ja estavam presentes em reflexoes anteriores:
*Focar nas pessoas e coisas que valhem a pena.
*Que bons e maus momentos nao sao completos em si proprios, eles sempre fazem parte de algo maior.
*Temos limitacoes e a vida esta cheia delas.
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