Finding your ideal career path is a hard task. It takes a long time and constant reflection. It would be much easier just to sit in front of job market opportunities and grab something already segmented (Being you a doctor, an engineer or a manager). But what about creating your own "definitions"?
During the last years, I've tried different ooportunities in order to discover my real talents and what real contribution I could add to the world. While, bringing NGOs together through a project to foster social entrepreneurship and companies' attention to 3° sector, I discovered corporate social reponsibility.
Coordinating for a 1 year Talent Management strategies applied to AIESEC in my own town and also AIESEC in Brazil, I got in contact with HR professionals from different companies, delivered a career event, HR plans, leadership programs, performance appraisal tools and trainings.
By admiring other people's work, I found out about great professionals deleviring measurables on sustainability to companies, like the Global Reporting Initiative, Natura, ABN Amro or small social business ventures focused on raising sustainability awareness on indicators methodologies. That had something to do with my classes at university around environmental planning.
I take this career path search as a lifetime purpose. Asking myself: what's my role in the world?
It's scary, while having no answers, but at the same time exciting. You know you're not here forever, the choices are up to you, you are the driver and despite of the presence of all your friends and everybody in the world, the journey is solitary. Like being born and dying.
Areas:
- Sustainability -
Applying sustainability reporting methods to companies business strategies, through GRI, Ethos indicators.
Opportunities: consultancies on sustainability, NGOs promoting sustainability methods and management to sustainable development (such as the Responsible Business Forum in Estonia).
- Corporate Social Reponsibility (CSR) -
Designing and running CSR programs according to companies' vision and mission.
Opportunities: consultancies on CSR, NGOs promoting CSR, fund raising in the 3° sector, companies running CSR programs.
- Talent Management -
Implementing HR processes and strategies to support the achievement of companies' goals.
Opportunities: big companies.
- Social Entrepreneurship -
Managing projects in the 3° sector that support entrepreneurs or drive a particular change in an issue.
Opportunities: NGOs, social enterprises, founding your own social enterprise or NGO.
And in general, some good backgrounds to keep:
Project management, market analysis, how to make a business plan, selling skills, website management, fund raising.
domingo, 28 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
Reflexões
Eu acredito que no meio das experiências que a gente tem, é fundamental refletir. Pensar no sentido do que se está aprendendo, tirar algumas lições. Refletir também significa tirar um pouco do stress, pois é como se você parasse, colocasse todas suas responsabilidades de lado e pensasse sobre a vida.
Socrates, filósofo grego (dos poucos que eu conheço) disse algo bem interessante: "uma vida sem reflexões não vale a pena ser vivida".
Ele acreditava que a autoconfiança das pessoas deveria ser construida pela descoberta e afirmação dos próprios valores. E que isso vinha de uma única forma: refletindo.
Por isso vão algumas reflexões dos meus últimos dias (que são na verdade reflexo dos últimos anos e que por vezes vão e voltam à minha mente) para que a vida valha a pena.
- A importância da comunicação quando se lidera outras pessoas: sempre fui muito independente e minha tendência natural é esperar que as pessoas também sejam. Se precisam de ajuda, espero que peçam, se tem dúvidas, espero que perguntem. Percebi que as pessoas são diferentes, tem qualidades diferentes bem como dificuldades diferentes.
O segredo da boa comunicação é estar atento ao que acontece ao seu redor, às dificuldades e qualidades das outras pessoas e simplificar ao máximo a linguagem.
Para mim, isso é bastante cansativo pois exige repensar o que vai ser dito, pensar em formas alternativas de se dizer e pior: sempre ter que dizer algo.
- Um bom trabalho vem pelas pessoas. Muitas pessoas procuram trabalho pela descrição do que precisa ser feito e pelo salário. Tenho descoberto uma nova forma de se procurar trabalho: pelas pessoas. É interessante descobrir pessoas que você admira e que tem interesse pelos mesmos temas que você, desejam causar os mesmos impactos. Daí começar a pensar: "como poderiamos trabalhar juntos?"
Daí vem grandes oportunidades.
Isso vem também da idéia de que "você não é empregado por uma empresa ou organização, mas por uma pessoa". Por isso é importante que haja sinceridade, e que a proposta seja de construir algo junto.
Existe idéia menos unilateral?
- Recarregar as energias é fundamental. Cada pessoa tem um "sistema energético" diferente (estranho isso, né? não encontrei palavras melhores). Uma forma de gastar e recarregar as próprias energias. Sempre tive a impressão de que gastava mais energia do que recarregava, até ler uma reportagem nos lançamentos da Mckinsey Quarterly que disse que:
"Carregar as próprias energias tem a ver com autoconhecimento".
Ou seja, é importante se perguntar - "O que fazer para recarregar as próprias energias?"
As pessoas também gastam mais ou menos energia diante de situações diferentes. Me fazendo essas perguntas, percebi por exemplo que estar muito tempo com muitas pessoas me tira um pouco mais de energia do que as pessoas em geral (que eu conheço;). E que fazer academia, jogar volêi e sair com gringos me recarrega!

Que coisa, não?
Socrates, filósofo grego (dos poucos que eu conheço) disse algo bem interessante: "uma vida sem reflexões não vale a pena ser vivida".
Ele acreditava que a autoconfiança das pessoas deveria ser construida pela descoberta e afirmação dos próprios valores. E que isso vinha de uma única forma: refletindo.
Por isso vão algumas reflexões dos meus últimos dias (que são na verdade reflexo dos últimos anos e que por vezes vão e voltam à minha mente) para que a vida valha a pena.
- A importância da comunicação quando se lidera outras pessoas: sempre fui muito independente e minha tendência natural é esperar que as pessoas também sejam. Se precisam de ajuda, espero que peçam, se tem dúvidas, espero que perguntem. Percebi que as pessoas são diferentes, tem qualidades diferentes bem como dificuldades diferentes.
O segredo da boa comunicação é estar atento ao que acontece ao seu redor, às dificuldades e qualidades das outras pessoas e simplificar ao máximo a linguagem.
Para mim, isso é bastante cansativo pois exige repensar o que vai ser dito, pensar em formas alternativas de se dizer e pior: sempre ter que dizer algo.
- Um bom trabalho vem pelas pessoas. Muitas pessoas procuram trabalho pela descrição do que precisa ser feito e pelo salário. Tenho descoberto uma nova forma de se procurar trabalho: pelas pessoas. É interessante descobrir pessoas que você admira e que tem interesse pelos mesmos temas que você, desejam causar os mesmos impactos. Daí começar a pensar: "como poderiamos trabalhar juntos?"
Daí vem grandes oportunidades.
Isso vem também da idéia de que "você não é empregado por uma empresa ou organização, mas por uma pessoa". Por isso é importante que haja sinceridade, e que a proposta seja de construir algo junto.
Existe idéia menos unilateral?
- Recarregar as energias é fundamental. Cada pessoa tem um "sistema energético" diferente (estranho isso, né? não encontrei palavras melhores). Uma forma de gastar e recarregar as próprias energias. Sempre tive a impressão de que gastava mais energia do que recarregava, até ler uma reportagem nos lançamentos da Mckinsey Quarterly que disse que:
"Carregar as próprias energias tem a ver com autoconhecimento".
Ou seja, é importante se perguntar - "O que fazer para recarregar as próprias energias?"
As pessoas também gastam mais ou menos energia diante de situações diferentes. Me fazendo essas perguntas, percebi por exemplo que estar muito tempo com muitas pessoas me tira um pouco mais de energia do que as pessoas em geral (que eu conheço;). E que fazer academia, jogar volêi e sair com gringos me recarrega!
Que coisa, não?
domingo, 17 de maio de 2009
Experience São Paulo!
Minhas últimas semanas tem sido um furacão de acontecimentos. Isso é um pouco reflexo do ano de 2009 na minha vida: muitas, muitas coisas para fazer! Tem hora que fico empolgado por estar em um momento feliz da minha vida, fazendo o que gosto e o que acredito. Por outro lado, em alguns momentos me vejo um pouco cansado. Pensando: quando terei tempo de ir na praia e ler um livro?
Viajei para SP no dia 02 para a conferência nacional da AIESEC. Este encontro tem o objetivo de trabalhar alinhamento estratégico entre os 30 escritórios da AIESEC no Brasil. Discutimos planejamento, metodologias, gestão de mudança, riscos, como implementar estratégias, e de quebra ainda falamos sobre carreira.
Como presidente da AIESEC em Vitória, meu papel era discutir, discutir e discutir sobre as tomadas de decisão junto de outros presidentes e da diretoria nacional e alinhar isso com os desejos e dúvidas dos membros do meu escritório.
Existia uma proposta de mudança organizacional muito forte no ar. Imagina gerenciar um processo de mudança em uma organização com 2 mil membros: gera-se dúvidas, stress, ...e no meio daquilo tudo me senti bastante pressionado. Ainda bem que os outros presidentes compartilhavam do mesmo sentimento.
Aproveitei SP também para ir na Virada Cultural, um evento que reune diversos movimentos de cultura em uma noite de virada. Do maracatu ao rock, passando pelo merengue, as ruas de SP foram tomadas por 3 milhões de pessoas.

Valeu Bitt, Cae e Lúcio pela hospedagem! =D
Em SP me senti como um gringo, fazendo intercâmbio. Na 1ª noite, já estava na casa do Bitt, presidente da AIESEC na ESPM, com gringos da América Latina que estão trabalhando em grandes empresas e projetos de sustentabilidade em SP.
Antes de voltar para Vitória, marquei visitas em organizações e empresas para conhecer o trabalho deles com empreendedorismo, sustentabilidade e consultoria: temas que adoro!
Iniciei as visitas na segunda de manhã, indo à USP para visitar o projeto de aquecedores solares de baixo custo da Sociedade do Sol, junto do Augustin!
À tarde, fui à BSD Consultoria encontrar a Giulia, que me falou sobre os projetos dessa consultoria internacional em sustentabilidade e sobre o dia a dia deles! Adorei o trabalho!
Visitei também a Ashoka, me senti em casa! Adoro o trabalho deles e tenho orgulho de estar no geração MudaMundo, grupo de jovens empreendedores apoiados pela Ashoka. Conversei com a Juliana e disse a ela que a Ashoka mudou minha percepção sobre carreira e sobre a forma como enxergo o papel de cada um no mundo.
À Noite me encontrei com a Triinu, uma amiga da Estonia que veio fazer intercâmbio no Brasil e ficou! Gostamos muito de sustentabilidade e essa afinidade de gosto nos aproximou!
Na terça, fui ao The Hub!! Queria muito conhecer o trabalho deles. Como já postei no blog, trata-se de um projeto de redes para conectar pessoas e iniciativas, liderado por um austríaco (o Pablo) que foi da AIESEC Internacional e atualmente mora em SP.
À tarde, me encontrei com a Luciana do Instituto Ethos. Foi uma conversa muito agradável. Admiro muito o trabalho da Luciana e conhecer o espaço do Ethos foi bem legal! Eles estão a todo vapor para organizar uma conferência enorme do Ethos que será em junho!
Terminei o dia assistindo uma palestra sobre organizações inovadoras do Oscar Motomura, no Museu do Masp.
Foram dias bem intensos (andei como nunca!), de bastante aprendizado e troca!
terça-feira, 21 de abril de 2009
Liderar para mudar
Tenho pensado muito sobre como se atinge uma visão por meio de pessoas.

As pessoas, em geral, tendem a perceber o mundo como uma fonte inesgotável de recursos e experiências em que elas próprias vem em 1ºlugar.
Quando entrei na AIESEC, pensava em todas as experiências como algo que eu deveria aproveitar porque era bom para mim. Se perdia, ficava triste. Se criticavam, achava ruim.

Com o tempo, começei a perceber: que graça tem em fazer tudo para si próprio?
Acredito que se na busca por sentido nessa vida, se tivesse que escolher algo que no final das contas faz sentido, seria a idéia de que: todos morrem, a única coisa que fica é o seu legado, seu impacto.
Li uma reportagem recentemente na Você S/a que falava sobre maturidade. É interessante ver que essa é justamente aquela idéia das competencias desenvolvidas em diferentes níveis, que existe na AIESEC. Ou seja, na AIESEC trabalhamos maturidade! ;)

Em linhas gerais, é uma escala que vai desde de alguém com um instinto de autoproteção muito forte no nível 1, passando por alguém que gosta de discutir suas opiniões no nível 3 até chegar nos líderes históricos do nível 6, que se importam fundamentalmente com o impacto que causam no meio em que vivem.

Atualmente, me deparo com um desafio de liderança muito forte na AIESEC. Como presidente, lidero mais de 100 pessoas, que ao todo serão mais de 200 em um ano de gestão. Entre cobrar e atingir resultados planejados, fortalecer a liderança e gestão da diretoria (planejamento, acompanhamento, coaching e reflexão), formar lideranças para 2010, trabalhar pela cultura da organização, fazer relacionamento externo, captar recursos com projetos,...é difícil não esquecer de nada ou não descuidar de alguma coisa.
O desafio é conseguir que as coisas aconteçam por meio de outras pessoas. Afinal, não sou eu que faço a visita de vendas, que monto a auditoria interna, que coordeno o projeto de impacto local,...

Para manter o foco, compartilho uma listinha de coisas que tenho refletido e ajuda na gestão pelo impacto:
1º) É fundamental saber seu papel, no meu caso, em resumo cabe a mim:
- Trabalhar pela cultura da organização(valores e motivações por trás do que fazemos)
- Formar lideranças para 2010
- Fortalecer a diretoria (planejando, acompanhando, fazendo coaching e refletindo)
- Fazer relacionamento externo
- Atingir resultados (medido pela realização de intercâmbios e experiências de liderança)
2º) Cobrar as coisas fundamentais: o que é crucial para o resultado final. Não dá para acompanhar tudo ou entrar em muitos detalhes.
3º) Investir tempo com as pessoas: em conversas, papo cabeça, motivando, ...
4º) Tirar tempo para refletir, grandes erros podem vir sem ser percebidos.
E por fim:
Ter em mente que qualquer experiência não vale por ela própria, mas sim pela mudança positiva que pode causar em você e na sociedade. Em outras palavras, não se chatear se tudo der errado.
As coisas são feitas para dar errado.

As pessoas, em geral, tendem a perceber o mundo como uma fonte inesgotável de recursos e experiências em que elas próprias vem em 1ºlugar.
Quando entrei na AIESEC, pensava em todas as experiências como algo que eu deveria aproveitar porque era bom para mim. Se perdia, ficava triste. Se criticavam, achava ruim.

Com o tempo, começei a perceber: que graça tem em fazer tudo para si próprio?
Acredito que se na busca por sentido nessa vida, se tivesse que escolher algo que no final das contas faz sentido, seria a idéia de que: todos morrem, a única coisa que fica é o seu legado, seu impacto.
Li uma reportagem recentemente na Você S/a que falava sobre maturidade. É interessante ver que essa é justamente aquela idéia das competencias desenvolvidas em diferentes níveis, que existe na AIESEC. Ou seja, na AIESEC trabalhamos maturidade! ;)
Em linhas gerais, é uma escala que vai desde de alguém com um instinto de autoproteção muito forte no nível 1, passando por alguém que gosta de discutir suas opiniões no nível 3 até chegar nos líderes históricos do nível 6, que se importam fundamentalmente com o impacto que causam no meio em que vivem.

Atualmente, me deparo com um desafio de liderança muito forte na AIESEC. Como presidente, lidero mais de 100 pessoas, que ao todo serão mais de 200 em um ano de gestão. Entre cobrar e atingir resultados planejados, fortalecer a liderança e gestão da diretoria (planejamento, acompanhamento, coaching e reflexão), formar lideranças para 2010, trabalhar pela cultura da organização, fazer relacionamento externo, captar recursos com projetos,...é difícil não esquecer de nada ou não descuidar de alguma coisa.
O desafio é conseguir que as coisas aconteçam por meio de outras pessoas. Afinal, não sou eu que faço a visita de vendas, que monto a auditoria interna, que coordeno o projeto de impacto local,...
Para manter o foco, compartilho uma listinha de coisas que tenho refletido e ajuda na gestão pelo impacto:
1º) É fundamental saber seu papel, no meu caso, em resumo cabe a mim:
- Trabalhar pela cultura da organização(valores e motivações por trás do que fazemos)
- Formar lideranças para 2010
- Fortalecer a diretoria (planejando, acompanhando, fazendo coaching e refletindo)
- Fazer relacionamento externo
- Atingir resultados (medido pela realização de intercâmbios e experiências de liderança)
2º) Cobrar as coisas fundamentais: o que é crucial para o resultado final. Não dá para acompanhar tudo ou entrar em muitos detalhes.
3º) Investir tempo com as pessoas: em conversas, papo cabeça, motivando, ...
4º) Tirar tempo para refletir, grandes erros podem vir sem ser percebidos.
E por fim:
Ter em mente que qualquer experiência não vale por ela própria, mas sim pela mudança positiva que pode causar em você e na sociedade. Em outras palavras, não se chatear se tudo der errado.
As coisas são feitas para dar errado.
domingo, 19 de abril de 2009
The Hub

O que é O THE HUB?
Onde as pessoas com um olhar diferente se sentem em casa
Nós acabamos de começar. estamos transformando um antigo galpão de 500m2 em um lugar onde as coisas acontecem. nossa intenção é inspirar e apoiar inovadores sociais, executivos, líderes comunitários, líderes do setor público, e freelancers na realização de suas idéias para um mundo radicalmente melhor.
O Desafio!
Idéias boas para um mudo melhor não faltam.
Porém elas precisam de recursos certos na hora certa. Empreendedores precisam de tecnologia de ponta, criatividade, contatos-chave, ferramentas de gestão e apoio jurídico-contábil para realizarem seus projetos e atingir o impacto que eles merecem. Nós procuramos providenciar isso tudo.
O que é?
O Hub é um espaço para conectar pessoas, alavancar projetos inovadores e inspirar transformações nas pessoas, organizações e na sociedade. O Hub materializa a tecnologia social de trabalhar em redes. O Hub é o escritório do futuro para incubar as organizações do futuro.
O que oferece?
O Hub oferece um escritório compartilhado para agentes de mudança, inovadores e empreendedores sociais para trabalhar num espaço inovador e fazer conexões com outros empreendedores e organizações. O Hub é ideal para organizações e redes que mudam de tamanho com frequência. Espaço para reuniões e eventos com toda a infra-estrutura tecnológica e um ambiente muito inspirador.
Para utilizar O Hub você pode fazer seu plano, desde utilizar o escritório para trabalhar algumas horas por mês até virar a noite.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Uma era de inovações
Qual será a maior mudança que ocorrerá no mundo nas próximas décadas?
Não tenho nenhuma prova científica, mas alguma coisa me faz crer que uma profunda mudança na economia está por vir. Uma economia mais justa, criativa, desafiante e mais inclusiva.
Desafios de sustentabilidade, conexão de empresas com governos e 3º setor, distanciamento de renda entre ricos e pobres, desafios ambientais como a baixa disponibilidade de recursos naturais, aquecimento global...são aspectos que trazem questionamentos sobre como a sociedade lida com seus problemas, e qual o papel e a missão de cada um.
Nessa busca por sentido e respostas, algumas pessoas de grande talento tem demonstrado que com um pouco de criatividade, pensando fora da caixa, persistindo nos próprios valores e crenças...é possível construir um mundo melhor.
Uma delas se chama Jacqueline Novogratz, presidente de uma organização chamada Acumen Fund:
Acumen Fund is a non-profit global venture fund that uses entrepreneurial approaches to solve the problems of global poverty. We seek to prove that small amounts of philanthropic capital, combined with large doses of business acumen, can build thriving enterprises that serve vast numbers of the poor. Our investments focus on delivering affordable, critical goods and services – like health, water, housing and energy – through innovative, market-oriented approaches.
Em um vídeo fantástico do TED, ela manda muito bem...
e encerra com a idéia de que:
"The next ten years are about developing talent, developing the stories that inspire and influence a generation, that we could do things differently in the world and that we don't need just to be sitting within the market place or just within traditional philanthropy or charity, but that there's real room for reinventing an economy that is global but is also more imaginative, creative and most importantly inclusive."
Não tenho nenhuma prova científica, mas alguma coisa me faz crer que uma profunda mudança na economia está por vir. Uma economia mais justa, criativa, desafiante e mais inclusiva.
Desafios de sustentabilidade, conexão de empresas com governos e 3º setor, distanciamento de renda entre ricos e pobres, desafios ambientais como a baixa disponibilidade de recursos naturais, aquecimento global...são aspectos que trazem questionamentos sobre como a sociedade lida com seus problemas, e qual o papel e a missão de cada um.
Nessa busca por sentido e respostas, algumas pessoas de grande talento tem demonstrado que com um pouco de criatividade, pensando fora da caixa, persistindo nos próprios valores e crenças...é possível construir um mundo melhor.
Uma delas se chama Jacqueline Novogratz, presidente de uma organização chamada Acumen Fund:
Acumen Fund is a non-profit global venture fund that uses entrepreneurial approaches to solve the problems of global poverty. We seek to prove that small amounts of philanthropic capital, combined with large doses of business acumen, can build thriving enterprises that serve vast numbers of the poor. Our investments focus on delivering affordable, critical goods and services – like health, water, housing and energy – through innovative, market-oriented approaches.
Em um vídeo fantástico do TED, ela manda muito bem...
e encerra com a idéia de que:
"The next ten years are about developing talent, developing the stories that inspire and influence a generation, that we could do things differently in the world and that we don't need just to be sitting within the market place or just within traditional philanthropy or charity, but that there's real room for reinventing an economy that is global but is also more imaginative, creative and most importantly inclusive."
sábado, 21 de março de 2009
One world, one tribe

A fotografia é uma das melhores, senão a melhor, forma de expressar a "vida". Especialmente quando retrata a diversidade de culturas e pessoas no mundo.
Considerando que a vida se encerra para todos e que todos buscam a felicidade, é incrível ver como as pessoas se conectam por uma causa maior do que elas próprias e por meio de sua cultura, valores e crenças dão forma a um estilo de vida único. Próprio. Diverso.
Dos despojados holandeses em Amsterdan aos ultra ortodoxos cristãos em Jerusalém. Das curiosas danças em Mumbai ao islamismo no Oriente médio: um mundo, uma tribo.

"On the city walls, a word shows the way to whoever knows how to see. Like a relentless invitation, the walls deliver the mysterious message: 'Come.'
I follow that unexpected trail. In spite of the hurrying passersby, the daily obligations, and the hubbub, I let myself drift to the poetry of the word. I look for it, wait for it at every street corner. Suddenly, nothing. I sneak behind a door. He is there, turning towards the infinity, to the rhythm of divine incantations in a mystic dance, one hand reaching up to the sky, the other down to the earth, like a message to God, 'We are a knot on a circular line of energy between earth and sky.'"
Indonesia
Nepal
Mumbai
Egito
Nigeria
Amsterdan
Jerusalém
Brasil
Malásia
Arábia Saudita
Marrocos
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