sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Reflexões da meia noite

00:50

Percebi recentemente o quanto eu tenho dormido tarde. Dias atropelando noites. Manhãs atropelando tardes.

Essa semana foi cheia de stress, senti muita falta das minhas aulas de yoga. Foram-se. Há mais de 1 ano. Foi a semana que realizamos a 1ª Mostra de Carreira da AIESEC, preenchemos uma candidatura para seleção de um prêmio da Philips, me propus a encontrar outros jovens - presidentes de empresas juniores, fora as aulas e provas acumuladas de fim de semestre.

E ainda foi meu aniversário.


Vagando pela internet, achei o blog de um cara que parou a universidade por 15 meses para juntar $$ e viajar pelo mundo. Ele resumiu em alguns verbos, reflexões que eu tenho feito há dias, meses,...

Viaje, ouse, seja justo, confie, sorria, simplifique, acredite.

É dificil dar conselho para si próprio. Estive pensando nessas práticas de mentoring, coaching pessoal...e no final tudo me parece tão óbvio. Os coaches te perguntam aquilo que você tem total capacidade de se perguntar. Mas será que não fica confuso?

Quem é você?

Quais são seus valores?

Qual seu desafio?

Aprendi esses dias que o processo de autoconhecimento é para vida toda. Quanto mais você cava, mais tem para cavar.

Fim de curso é dose. Reflexões a mil. Olha eu aqui pensando. Falta um ano para acabar minha universidade, mas já sinto o gosto do fim.


E Por que aqueles verbos me achamaram a atenção?

Viaje, ouse, seja justo, confie, sorria, simplifique, acredite.


Desafio é energia. E tem sido assim para um geração toda de jovens com 20 e poucos anos. Muita energia, pouco foco, querendo tudo.

Viajar, ousar e acreditar significam construir, ter força para empreender, para realizar, impactar. É uma vontade contínua de gerar mudança, resultado, ver as coisas acontecerem. Se descobrir.

Cuidar de si próprio e se preparar para o desafio inidivual que cada um deve criar. Não ter medo. As coisas vão mudar. A única certeza que temos é que seremos interrompidos. diz Fernando Pessoa.

Ser Justo e confiar
são valores. É ética. É gerar conexão com pessoas.


Se dispor a aprender com os outros. Quando fiz estágio no TAMAR, uma colega me deu um feedback daqueles que você não esquece, dizendo para eu não esperar reconhecimento nem criticas dos outros. Era para fazer, agir. Ir lá e contribuir com minha parte, tendo noção do que você é, independente do que os outros falem. É autoconfiança. E para ter boa autoconfança, é preciso ser justo.

Em resumo: bons amigos, autocofiança e respeito ao outro são valores para vida toda.

Sorrir e simplificar.

O cara da CST fez isso muito bem ontem. Ganhou atenção de toda a platéia no evento de carreira. E fechou seu discurso em alto e bom som:

"Não apodreçam cedo. Curtam a vida! Sejam felizes. Cuidem bem de vocês e se preparem para o desafio que vocês vão criar."

Simples assim.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Refugees

If I had to pick up global issues that interests me the most, certainly the Refugees conditions would come in the Top 5.


Under the international law, refugees are individuals who:

* are outside their country of nationality or habitual residence;
* have a well-founded fear of persecution because of their race, religion, nationality, membership in a particular social group or political opinion; and
* are unable or unwilling to avail themselves of the protection of that country, or to return there, for fear of persecution.





They represent challenge, courage, a difficult scenario to overcome and a great human potential to transform reality.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Estou apaixonado!

Sabe aquelas relações que você vive de extrema confiança...
Que você divide momentos de alegria e tristeza...
Que te "suporta" em várias situações diferentes...
E que você admira sua orginalidade, autenticidade...

Estou apaixonado mesmo...

... pela minha mochila nova! =D


Andando o dia inteiro para cima e para baixo, percebi o quanto ela é importante.

E além dela, não pode faltar meu mp3, meu caderno de anotações e uma garrafinha d'água.

sábado, 1 de novembro de 2008

O que dá para fazer com sustentabilidade?

Falar em "carreira em sustentabilidade" se tornou comum para muitos jovens. Mas, afinal, que iniciativas essas pessoas estão levando? De que forma, na prática, é possível trabalhar com sustentabilidade?


Dando uma volta por alguns blogs de conhecidos e páginas da web...encontrei alguns exemplos de como trabalhar na prática com sustentabilidade!

Adam, um inglês radicado na China (http://adam.nomadlife.org/), trabalha em uma organização chamada Plan international (http://www.plan-international.org/), que coordena programas de educação, água e saneamento focados em crianças de 50 países diferentes.


Existem também muitas consultorias que dão suporte às estratégias de responsabilidade social e meio ambiente para empresas, como a Natural Logic (http://www.natlogic.com/). Elas oferecem tanto soluções em políticas do tipo "como engajar stakeholders?" até soluções de "como manter a produção mais limpa".

Natural Logic helps companies and communities make sustainability a source of innovation and profit.

O GRI - Global Reporting Initiative educa empresas sobre como realizar relatórios de balanço socio ambiental.(http://www.globalreporting.org/Home)


Já o BSR - Business for Social Responsibility (http://www.bsr.org/) trabalha com uma rede de 250 empresas em consultoria, pesquisa e coloboração entre-setores.


No setor privado, organizações como o BID - Banco interAmericano de Desenvolvimento (http://www.iadb.org/)atua com soluções em desenvolvimento, articulando empresas, ONGs e governos de 26 países na América Latina. Já o Standard Chartered Bank (http://www.standardchartered.com/)trabalha pelo desenvolvimento de negócios sustentáves na Ásia.


Existem também empresas grandes de diversos setores (bancos, indústrias, etc.) que já aplicam práticas de sustentabilidade ligadas ao seus negócios. Como Vale, ABN, Natura, Samarco, etc.


Além disso, existem Conselhos como o World Business Council for Sustainable Development (http://www.wbcsd.org/), uma plataforma virtual de compartilhamento de casos de sucesso entre empresas.


No 3º setor, existem muitas iniciativas. Organizações como a Ashoka (http://www.ashoka.org/) e a Artemisia(http://www.artemisia.org.br/) fortalecem empreendedores sociais.


Existem também muitos jovens que estão levando projetos, empreendendo ações que contrbuem para o desenvolvimento sustentável, como o trabalho de um ex-membro da AIESEC Australia para geração de renda e eliminação do trabalho infantil no Camboja (http://www.carpetsforcommunities.org/), o projeto de Alexander Piergilli na criação do Ecossistemas Design Ecológco, organização que trabalha com agricultura sustentável...

Alexander: produtos agroecológicos, ecoturismo e educação ambiental em SP.

ou de duas americanas que estabeleceram um portal (http://www.wokai.org/) para captar recursos e financiar micro-empreendedores na China.

Wokai: O que tem a ver sustentabilidade com empreendedorismo?

Casey e Courtney: 24 anos de idade e um projeto para reduzir a pobreza na China

No geral, percebo que para aproveitar "oportunidades com sustentabilidade", você precisa:

- Ter visão de mundo e pensar fora da sua realidade local
- Entender sobre cooperação entre governo, empresa e 3º setor

E, principalmente, estar pronto para (você mesmo) criar essas "oportunidades".

domingo, 19 de outubro de 2008

Há 3 anos, começando meu curso de engenharia na UFES, quando eu pensava no que faria em 2008, de uma coisa eu tinha certeza: estaria morando fora e com a faculdade trancada.

O intercâmbio ficou batendo na minha cabeça por muitos anos, ao mesmo tempo que eu ia aproveitando oportunidades de desenvolver liderança na AIESEC (www.aiesec.org.br)

mural: 4 anos de universidade e não-universidade =P

Para 2009, um ano que terminarei minha universidade, acabo de ser eleito Presidente da AIESEC em Vitória. O processo de decisão para me candidatar foi muito díficil. Minha graduação chegando, a vontade de fazer intercâmbio, pressão financeira,...foram coisas que pesavam e me faziam conversar, conversar e conversar...com Deus e o mundo! =P


Gerenciar 150 pessoas em 2009, fazer planejamento estratégico, direcionar uma organização para resultados comuns...e a falta de resposta para a pergunta: como tornar a AIESEC relevante para o ES? Isso tudo com 22 anos seria realmente um desafio de liderança e empreendedorismo.


O processo de eleição é muito intenso: discursos, debates, votos...e o clima que se cria no escritório gera uma pressão enorme nos candidatos.



Quando o balde d'água caiu na minha cabeça, percebi que um ano de muito aprendizado estava chegando...e desabei a chorar =P


A sensação que tive no momento era de alto comprometimento com a experiência de mais de 200 pessoas que passarão pela AIESEC em 2009.


Mas além disso, era a sensação de um comprometimento maior com a minha própria experiência, me senti dono da minha carreira.

3 gerações: 2007, 2008 e 2009.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

An International Conference Experience: Discovering, Empowering and Connecting...

The International Congress (IC) and the YOU CAN! 2008, the two biggest international conferences of AIESEC, have taken place in São Paulo this year.

I've spent two weeks in SP as a part of the Organizing Committee of one of those conferences (named YOU CAN) and I can tell you this was one of the most international experiences I've ever had!



I've been to Paris for an international meeting in 2006, when i met 200 youngs from 50 different countries, but being in my own country for this conference was even MORE international!


Talking to Ghana on the bus: african projects on entrepreneurship, cultural perceptions and future desires...

I've met people from over 100 countries! I had dinner and lunch with europeans, asians, latin americans, africans,...I noticed on details their cultural differences, ways of thinking and arguing for their own reasons,...



To organize an international conference brought me challenges all the time. Even when Putting 200 delegates in 5 buses in the middle of a paulista avenue in the rush time or balacing discussions between the Brazilian Embassy in Nigeria and the MC from Nigeria, having the Aiesec International Vice President for the Africa Region pressuring me for the delivery of visa to Nigerian delegates.



Sleeping a few hours per day ended up in a great conference, where we could meet together people from the whole AIESEC network in 106 countries.



One of the most happy moments for me was at the Global Village, an event held during the conference to promote cultural diversity. It happened in a park in São Paulo.



There, with just a few steps you could visit more than 100 countries. In 3 hours, I've talked to leaders from Malaysia, met people from the distant kazakhstan, found out about flavors of the indian typical food...



or just met American guys trhiving on a leadership project to promote cultural understanding around the world...



The diversity of actions, projects, atttudes is incredible! Seeing people moving themselves to generate real changes in society was one the biggest learnings I've brought back home.



I've also met great friends I've made through the AIESEC network...



and said goodbye to recent friends that are already going back home like Audrey from France...



It was also about new connections...discussing Talent Management strategies with the Global Chair of TM for Aiesec International or with arabic girls from The Emirates...



...or meeting global leaders, like Lana who's now leading the impact of AIESEC in the development of young leaders in Jordan, in the middle east.



The experience of organizing this conference with other 13 guys was also incredible just because they are great! Really! They are high perfomers, they are team workers, they value learning experience...they are just great!



This conference was a great learning experience...all about team work, learned a lot about myself, personal values, the importance of having passions and dreams and leading personal changes when you want to achieve what you want...



I come back home thinking of how important it is to value what you believe, to have dreams and to connect yourself (worlwide) to people who share the same passions as you.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Steve Jobs

Recentemente, vi um video do Steve Jobs falando para um grupo de alunos recém formados em Stanford.



Falta um ano para eu me formar na engenharia e chego ao final do curso com perspectivas um pouco quanto “diferentes” das de quando eu entrei.

Pensava em fazer mestrado e doutorado, pesquisas, ganhar dinheiro sendo engenheiro em empresas...hoje penso em trabalhar em organizações internacionais, com empreendedorismo, responsabilidade corporativa, estratégias, vendas, recursos humanos,...


Acompanhando Jobs:


Universidade:
em uma conferência, um empresário que tinha feito matemática e trabalhava com desenvolvimento econômico (do Brasil) em uma grande organização disse que o curso não tinha sido um limitante na carreira dele e que a universidade, sim, tinha sido sua experiência mais formadora.



Jobs:
“Eu decidi sair da universidade. Essa foi uma decisão assustadora, mas olhando para trás foi uma das melhores da minha vida. No momento em que sai, pude parar de me preocupar com o que era obrigatório para dar atenção ao que me interessava.”

Sua carreira é única. E é na universidade que você começa a traçar seu diferencial.

Futuro:
Imprevisível. Planejar pode dar diretrizes, mas o sentido das coisas só virá mesmo quando você olhar para trás.



Jobs:
“Você tem que acreditar que as coisas farão sentido no futuro. Acredite no que quiser: destino, karma, a vida, etc. Pensar assim nunca me deixou triste e fez toda a diferença na minha vida.”

Particularmente, tenho a filosofia de que no final tudo dá certo ou que, pelo menos, aconteceu da maneira como tinha que ser.

Paixão pelo que se faz


Jobs: “Você tem que encontrar o que você ama. Seu trabalho vai tomar uma grande parte da sua vida e você só estará satisfeito se sentir que está fazendo um excelente trabalho.”

Não se acomode.




Aproveitar seu tempo: lembrar que vamos morrer é uma forma de nos fazer tomar boas decisões. Todo orgulho, medo de falhar, expectativas,... Tudo some diante da morte. Você se sente nu, não tem razão para que você não siga seu coração.

Todo resto é secundário.