Uma nova diretora de RH chegou na empresa em que eu trabalho e trouxe para mim exatamente o que eu precisava profissionalmente: a job description que eu sempre sonhei e ao mesmo tempo, me mostrou as lacunas do meu perfil que eu preciso desenvolver. E acredito que esta seja uma grande oportunidade de crescimento!
No trabalho, ficou definido que eu vou trabalhar com cultura organizacional (envolvendo comunicacao interna, programa de reconhecimento, engajamento de colaboradores e acoes de responsabilidade social) e com gestao de talentos (avaliacao de performance e programa de high performance p/ sucessao de liderancas e de melhoria de performance para funcionarios com notas de desempenho e potencial baixos).
Nas lacunas, listamos que preciso focar em:
* Balancear minha energia. "Nao se trata de nadar 50m acelerado, aqui e uma maratona!" O que me da energia? O que me tira energia? Como manter a energia como em uma maratona?
* Capacidade de priorizar ideias e planos: o quem vem primeiro? Estamos fazendo o basico? Dai o que seria intermediario? ..."Boas ideias na hora errada significam menos do que ideias medianas na hora certa"
* Praticidade: plano feito, o que da para fazer de pratico?
* Objetividade e assertividade: do que exatamente voce precisa? Como eu posso te ajudar? Colocar ideias claras e ir direto ao ponto
* Atencao a detalhes, foco na excelencia: como poderia ser melhor?
E a master competencia social que venho estudando ha um bom tempo - A Autencidade.
Esta tem relacao com ser voce mesmo e expressar sua essencia.
Neste sentido, alguns comportamentos devem ser reforcados:
* Auto respeito
* Fe nos proprios valores e crencas
* "Agir direito" com as pessoas
* Positividade: ver o melhor lado
* Generosidade
* Confianca: abertura da mente e do coracao
* Energia: vamos comecar?
* Entusiasmo/interesse: zelo pelo vida e por tudo que ela contem
* Atencao: um bom dia, um cafe, um aperto de mao...
* Gentileza: tratar o outro com amor e respeito, sendo capaz de ver a bondade no outro
* Inteligencia: capaz de dar apoio, respostas,conselhos e orientacoes
* Bom humor
E outros devem ser evitados:
* Mudar comportamentos pelo desejo de ser aceito
* Manipular pessoas
segunda-feira, 6 de junho de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
O que eu posso e o que eu nao posso abrir mao?

Se tem algo que São Paulo sabe gerar muito bem são grupos diversos de pessoas que se interessam por assuntos diferentes e se reunem para discutir de maneira inovadora seus interesses. O Novo olhar é uma rede de pessoas interessadas em trazer novas perspectivas sobre a nossa relação com o nosso trabalho e o que entendemos sobre auto-realização.
Ontem fui a um workshop deles chamado “Networking Saudável” e logo na abertura uma questão: o que eu posso e o que não posso abrir mão para a minha auto-realização? Entre dinâmicas e discussões de grupo, passamos 3 horas entre pessoas de ONGs, empresas, autônomas,...todas em busca de uma idéia mais concreta de como elas podem se realizar e contribuir para uma sociedade e ambientes de trabalho melhores.
Eu sempre fui muito interessado por assuntos de desenvolvimento humano e sempre achei as discussões muito vagas também. Mas discutir personalidade, desejos, realização...só pode ser subjetivo. E como bem disse a Rita (facilitadora do grupo de ontem): “fugindo do malabarismo das palavras, vamos trazer um contraponto concreto para ancorar nossas idéias no chão, em ação”. E daí os exemplos de auto-realização surgiram e foram o melhor do networking!
Em especial o do fundador do Instituto Visão Futuro no Brasil, que falou de maneira bem humorada da história dele e do ambiente de trabalho no Instituto: “Outro dia um rapaz que trabalha com a gente veio para mim reclamando que a vida dele fora do trabalho estava tão conturbada, família,...e quando ele chegava no emprego se sentia mais leve – existe algum lugar em que vocês trabalham que seja assim?”. Ele também deu dicas e trouxes idéias novas como a de que devemos saber quando devemos preservar, ser polêmicos ou dialogar para que sejamos transgressores.
Entre algumas idéias poderosas que foram levantadas está a de que auto-realização tem muito a ver com as “histórias que nós contamos para nós mesmos” e que abrir ou não abrir mão de pensamentos pode potencialmente mudar nossa visão de mundo.
Ao final, uma menina em dúvida levantou a questão: “qual então deve ser o primeiro passo para a auto-realização?” O grupo concluiu: ter um senso de propósito maior (o que pode ser mais útil para o outro?), começar a dizer EU (eu sinto, eu percebo...) e não abrir mão do seu eixo – ser pioneiro vai causar polêmica.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Novas e velhas ideias
Eu sempre fui uma pessoa muito sonhadora, na crenca de que o sonho colore nossa vida. Os meus sonhos me dao esperanca e forca para viver e entender que ate as dificuldades tem seu papel para que o grande desejo se concretize. Afinal, o que somos nos sem os sonhos? E se nao fossem dificeis, seriam mesmo sonhos?
Essa ideia tem ganhado peso na minha vida aqui em SP. Como ja escrevi em outros posts, trabalhar aqui e profissionalmente enriquecedor e, ao mesmo tempo, duro. Nao tem como fugir da realidade de que SP e o centro economico do pais e, assim, tem muitas empresas e muita gente diferente por aqui. Nao sei se tenho ficado mais durao (talvez nao seja essa a palavra), mas tenho certeza de que estou ficando mais maduro.
Entre novas ideias, 3 delas que sao velhas e ja estavam presentes em reflexoes anteriores:
*Focar nas pessoas e coisas que valhem a pena.
*Que bons e maus momentos nao sao completos em si proprios, eles sempre fazem parte de algo maior.
*Temos limitacoes e a vida esta cheia delas.
Essa ideia tem ganhado peso na minha vida aqui em SP. Como ja escrevi em outros posts, trabalhar aqui e profissionalmente enriquecedor e, ao mesmo tempo, duro. Nao tem como fugir da realidade de que SP e o centro economico do pais e, assim, tem muitas empresas e muita gente diferente por aqui. Nao sei se tenho ficado mais durao (talvez nao seja essa a palavra), mas tenho certeza de que estou ficando mais maduro.
Entre novas ideias, 3 delas que sao velhas e ja estavam presentes em reflexoes anteriores:
*Focar nas pessoas e coisas que valhem a pena.
*Que bons e maus momentos nao sao completos em si proprios, eles sempre fazem parte de algo maior.
*Temos limitacoes e a vida esta cheia delas.
sábado, 5 de março de 2011
A atitude "pe no chao" e o Mundo de Bobby
3 meses em Sao Paulo!
2010 e 2011 sao anos que ja tem caras diferentes, apesar de complementares para mim. As aventuras e o caos da India em 2010 deram lugar a uma vida mais quadrada no meio do concreto de Sao Paulo. Tenho aprendido coisas novas e "apanhado" bastante nesses meses iniciais aqui.
Passei a dividir um apartamento com outras duas pessoas - eu fiquei com o menor quartinho de todos - o que seria da empregada. Num cubiculo que vale a pena pela localizacao - numa esquina com a Avenida Paulista, a rua que simboliza o coracao dos negocios no Brasil. O aperto vale a pena na maioria das vezes pois estamos a dois passos do metro e de ruas com supermercados, eventos, bares, livrarias, shoppings, empresas,etc...o que me faz evitar as jornadas diarias de milhoes de paulistanos brigando contra o tamanho da cidade.
Voltei para trabalhar com RH no escritorio brasileiro da Tata. A expectativa que os indianos tem do meu trabalho e que ele ajude a trazer algum alinhamento entre o que a matriz faz na India e o que e feito no Brasil em Recursos Humanos. Tarefa dificil, mas que em Mumbai me pareceu um desafio excitante e uma oportunidade de me reconectar com meu pais e ganhar dinheiro na metropole nacional. Por ela deixei de lado alguns sonhos de viajar mais pela Asia enquanto tenho 20 e poucos anos, de trabalhar com negocios sociais ou no terceiro setor.
Seria o ideal de acontecer se as coisas fossem perfeitas, mas a realidade e um pouco diferente. A India (e os bons anos na AIESEC) me ensinaram a sonhar e correr atras dos meus sonhos. As experiencias que tive sempre me diziam "voce e capaz de fazer o que quiser, seus sonhos devem ser vividos afinal so se tem uma vida para vive-los"...mas a realidade dura de Sao Paulo me fez refletir sobre algumas outras verdades ou pelo menos alguns outros lados da mesma moeda.
Quando cheguei me senti um pouco sozinho, ao mesmo tempo em que as ruas estavam cheias pareciam vazias de pessoas. Meus colegas de casa viviam cada um em seu "mundo de Bobby", com seu trabalho, seus namoros, seus amigos, muitas vezes cada um enfurnado no seu quarto. Na empresa em que eu esperava realizar meu desafio de alinhar duas culturas diferentes e trabalhar modelos de gestao de recursos mais eficientes, tive as minhas ideias e sugestoes de mudanca indo agua abaixo. Passando por uma reestruturacao, o RH perdeu muitas pessosas, acumulou funcoes e nao tinha in place seus processos mais basicos.
Diante dos erros, minha postura foi oferecer ajuda para mudar. Passei a rever alguns processos e apontar possiveis melhorias, com preocupacao de me mostrar agradavel aos outros e entendendo que mudar nao e facil. Entretanto, nada parecia ser aceito ou possivel de ser implementado. Os modelos da matriz eles nao acham cabiveis,a revisao dos processos mal estruturados perde espaco diante da urgencia de "se fazer dinheiro agora" e existem dificuldades de alinhamento de cultura Brasil X India (e nao Brasil + India). Entre algumas verdades e outras tipicas resistencias a um processo de mudanca, percebi que minha vida nao seria facil.
Sendo uma consultoria, enquanto eu parecia me preocupar em rever as competencias de todos os funcionarios para dar base de informacao a equipe de vendas para saber o que ofertar em novos projetos, minha chefe me chamava atencao para o processo manual de faturamento, enfatizando: "comece a imprimir todos os emails que te enviei e em seguida te explico o processo de grampear as folhas". Oi? Enquanto eu queria educar os gestores a usarem o sistema online para evitar trabalho manual, minha chefe enfatizava: "O sistema online esta todo errado, nossa prioridade e faturar". Oi? Percebi que realmente minha vida nao ia ser facil.
Com todas minhas propostas de mudanca sempre limitadas por inumeras barreiras, somado ao custo de vida alto da cidade, comecei a me achar ingenuo em sonhar com aquele papo de um agente de mudanca positiva na sociedade. E uma questao veio se instalando na minha cabeca: ser pe no chao X sonhar.
Com as dificuldades no trabalho, percebi que a abordagem precisava mudar e que mesmo sendo agradavel por vezes ou questionador por outras, meu papel era limitado dentro da organizacao. Cabe a mim como junior sugerir a gestao algumas tendencias e possiveis acoes, mas cabe a eles aceitar ou nao a implementacao. O mesmo em relacao a cidade, SP e grande demais e muito segmentado em perfis de pessoas, grupos, comunidades. Nao farei parte de todas, tenho que enfim encontrar "minha turmar". Essas ideias me fizeram refletir que temos limitacoes ou como bem disse a revista Vida Simples, as escolhas trazem consigo castracoes.
Hoje, com a cabeca vagando entre questoes financeiras, poupanca, contas a pagar, aposentadoria, familia...e viagens que sonho fazer, projetos que sonho realizar, grupos que sonho me envolver, paises que sonho visitar...pe no chao versus sonhar, um novo olhar sobre minhas limitacoes e meus potenciais parece comecar a ganhar seu espaco.
2010 e 2011 sao anos que ja tem caras diferentes, apesar de complementares para mim. As aventuras e o caos da India em 2010 deram lugar a uma vida mais quadrada no meio do concreto de Sao Paulo. Tenho aprendido coisas novas e "apanhado" bastante nesses meses iniciais aqui.
Passei a dividir um apartamento com outras duas pessoas - eu fiquei com o menor quartinho de todos - o que seria da empregada. Num cubiculo que vale a pena pela localizacao - numa esquina com a Avenida Paulista, a rua que simboliza o coracao dos negocios no Brasil. O aperto vale a pena na maioria das vezes pois estamos a dois passos do metro e de ruas com supermercados, eventos, bares, livrarias, shoppings, empresas,etc...o que me faz evitar as jornadas diarias de milhoes de paulistanos brigando contra o tamanho da cidade.
Voltei para trabalhar com RH no escritorio brasileiro da Tata. A expectativa que os indianos tem do meu trabalho e que ele ajude a trazer algum alinhamento entre o que a matriz faz na India e o que e feito no Brasil em Recursos Humanos. Tarefa dificil, mas que em Mumbai me pareceu um desafio excitante e uma oportunidade de me reconectar com meu pais e ganhar dinheiro na metropole nacional. Por ela deixei de lado alguns sonhos de viajar mais pela Asia enquanto tenho 20 e poucos anos, de trabalhar com negocios sociais ou no terceiro setor.
Seria o ideal de acontecer se as coisas fossem perfeitas, mas a realidade e um pouco diferente. A India (e os bons anos na AIESEC) me ensinaram a sonhar e correr atras dos meus sonhos. As experiencias que tive sempre me diziam "voce e capaz de fazer o que quiser, seus sonhos devem ser vividos afinal so se tem uma vida para vive-los"...mas a realidade dura de Sao Paulo me fez refletir sobre algumas outras verdades ou pelo menos alguns outros lados da mesma moeda.
Quando cheguei me senti um pouco sozinho, ao mesmo tempo em que as ruas estavam cheias pareciam vazias de pessoas. Meus colegas de casa viviam cada um em seu "mundo de Bobby", com seu trabalho, seus namoros, seus amigos, muitas vezes cada um enfurnado no seu quarto. Na empresa em que eu esperava realizar meu desafio de alinhar duas culturas diferentes e trabalhar modelos de gestao de recursos mais eficientes, tive as minhas ideias e sugestoes de mudanca indo agua abaixo. Passando por uma reestruturacao, o RH perdeu muitas pessosas, acumulou funcoes e nao tinha in place seus processos mais basicos.
Diante dos erros, minha postura foi oferecer ajuda para mudar. Passei a rever alguns processos e apontar possiveis melhorias, com preocupacao de me mostrar agradavel aos outros e entendendo que mudar nao e facil. Entretanto, nada parecia ser aceito ou possivel de ser implementado. Os modelos da matriz eles nao acham cabiveis,a revisao dos processos mal estruturados perde espaco diante da urgencia de "se fazer dinheiro agora" e existem dificuldades de alinhamento de cultura Brasil X India (e nao Brasil + India). Entre algumas verdades e outras tipicas resistencias a um processo de mudanca, percebi que minha vida nao seria facil.
Sendo uma consultoria, enquanto eu parecia me preocupar em rever as competencias de todos os funcionarios para dar base de informacao a equipe de vendas para saber o que ofertar em novos projetos, minha chefe me chamava atencao para o processo manual de faturamento, enfatizando: "comece a imprimir todos os emails que te enviei e em seguida te explico o processo de grampear as folhas". Oi? Enquanto eu queria educar os gestores a usarem o sistema online para evitar trabalho manual, minha chefe enfatizava: "O sistema online esta todo errado, nossa prioridade e faturar". Oi? Percebi que realmente minha vida nao ia ser facil.
Com todas minhas propostas de mudanca sempre limitadas por inumeras barreiras, somado ao custo de vida alto da cidade, comecei a me achar ingenuo em sonhar com aquele papo de um agente de mudanca positiva na sociedade. E uma questao veio se instalando na minha cabeca: ser pe no chao X sonhar.
Com as dificuldades no trabalho, percebi que a abordagem precisava mudar e que mesmo sendo agradavel por vezes ou questionador por outras, meu papel era limitado dentro da organizacao. Cabe a mim como junior sugerir a gestao algumas tendencias e possiveis acoes, mas cabe a eles aceitar ou nao a implementacao. O mesmo em relacao a cidade, SP e grande demais e muito segmentado em perfis de pessoas, grupos, comunidades. Nao farei parte de todas, tenho que enfim encontrar "minha turmar". Essas ideias me fizeram refletir que temos limitacoes ou como bem disse a revista Vida Simples, as escolhas trazem consigo castracoes.
Hoje, com a cabeca vagando entre questoes financeiras, poupanca, contas a pagar, aposentadoria, familia...e viagens que sonho fazer, projetos que sonho realizar, grupos que sonho me envolver, paises que sonho visitar...pe no chao versus sonhar, um novo olhar sobre minhas limitacoes e meus potenciais parece comecar a ganhar seu espaco.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Cities have their own life
How cities can bring out the best of you? Does the place you live influence that much on who you are?
May it be coastline towns or big cities, we develop some strong relationships that go beyond the power of our words. In the past days, weeks, months,...I have seen pictures of places I have lived and they have brought me a great feeling of connection to humankind...to a sense of belonging to something greater...
When people come together, when the cities touch the nature, when the cultures influence the rules around....a unique place can come alive.
Thankful to the uniqueness of these places and the happiness that sinked into me by passing by them, some pictures to be shared...
Indian traditional saree shines its colors on the roads of Mumbai
Dust, crowd and the duty to find urself a place in the daily city life
When the sunset hits Mumbai, like in a Bollywood movie, romance comes along the marine lines
Boats come and leave the shores of south India
Christ the Redeemer rises above the clouds of Marvelous Rio de Janeiro
Sunlight brings in life, joy and beauty along Ipanema Beach in Rio
Surf and sunset in rio: a day comes to an end and the idea in mind of how short and beautiful ur days can be
Youth from across the globe come to prayers and dances at Sacre-Coeur Church over the hills, watching down the sunset and the lights of Paris bringing in a new daylight into the night.
A "new" type of desert is in place - sand has turned into cement and horizon cannot be reached on a day-by-day life in Sao Paulo
1 yr old child runs along thousand years old temples in Cambodia
How long will last our life? - a thousand years old temple fades away into the forests of Cambodia
Travelling is also spirituality.
May it be coastline towns or big cities, we develop some strong relationships that go beyond the power of our words. In the past days, weeks, months,...I have seen pictures of places I have lived and they have brought me a great feeling of connection to humankind...to a sense of belonging to something greater...
When people come together, when the cities touch the nature, when the cultures influence the rules around....a unique place can come alive.
Thankful to the uniqueness of these places and the happiness that sinked into me by passing by them, some pictures to be shared...
Indian traditional saree shines its colors on the roads of Mumbai
Dust, crowd and the duty to find urself a place in the daily city life
When the sunset hits Mumbai, like in a Bollywood movie, romance comes along the marine lines
Boats come and leave the shores of south India
Christ the Redeemer rises above the clouds of Marvelous Rio de Janeiro
Sunlight brings in life, joy and beauty along Ipanema Beach in Rio
Surf and sunset in rio: a day comes to an end and the idea in mind of how short and beautiful ur days can be
A "new" type of desert is in place - sand has turned into cement and horizon cannot be reached on a day-by-day life in Sao PauloTravelling is also spirituality.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Freedom or indifference?
When I was in university, my dream was to live in São Paulo. Maybe inspired by the AIESEC conferences happening there or either by the idea of the city "full of opportunities" where you can be "whoever you are".
This week, after a visit of my sister and nephew here in São paulo (where I am living since the last 2 months) new insights have come. My sister is quite extrovert, she talks to everyone, becomes friend easily to unknown people. She is also very sensitive to different behaviours and has a quite good perception of the "environment" and how people are "feeling" about it.
São Paulo is a place where you can dress up in different colors, put tattoos everywhere over your body, take on relationships which your "far away" parents would not approve or either dress up like a doll on a sunday morning in the park, be a beggar on the street (even without needing it), a workaholic for the whole week, you can pray to Jesus with the homeless, do sexy photo sessions at the metro station...and in the end...who cares?

The feeling is that people come to São paulo to be free from all the chains of the stereotypes they could be attached to.
Today in Vitória (my hometown, an island on the coastline of Brazil) under a rising sun on the beach and a much more laid back environment, my sister talks about her last week in São Paulo. With a huge smile on the face, laughing out loud as she always does, a new idea:
In São Paulo you have so many things to do. And you can dress and behave like whatever you want, because nobody cares. The city is too big. People don´t even look at you.
It seems that seeking for personal freedom in São Paulo is a paradox of our age. People may think they have space to dress and live like they want and others´opinions are not important. If my opinion is not important to you life, some may think - I stop giving it.
It is a paradox because this lifelong searched "personal freedom" comes less from understading and dialoguing on the differences and more on the indifferences.
In comparison to Mumbai, where I lived last year, India is a place full of traditions which sometimes are overwhelming to a part of the population which might feel although they would prefer going other ways, they cannot because of the social pressures. Despite that, in Mumbai I could feel people were much more interested about each others' lives. You could feel the whole city comes together as one.
It is sincere, it is humane behaving like that...people don't need to agree on each others' ways of living, but at least saying they disagree is also a big sign of respect.
In that way, São Paulo is a city full of cities, a community full of individuals.
This week, after a visit of my sister and nephew here in São paulo (where I am living since the last 2 months) new insights have come. My sister is quite extrovert, she talks to everyone, becomes friend easily to unknown people. She is also very sensitive to different behaviours and has a quite good perception of the "environment" and how people are "feeling" about it.São Paulo is a place where you can dress up in different colors, put tattoos everywhere over your body, take on relationships which your "far away" parents would not approve or either dress up like a doll on a sunday morning in the park, be a beggar on the street (even without needing it), a workaholic for the whole week, you can pray to Jesus with the homeless, do sexy photo sessions at the metro station...and in the end...who cares?

The feeling is that people come to São paulo to be free from all the chains of the stereotypes they could be attached to.
Today in Vitória (my hometown, an island on the coastline of Brazil) under a rising sun on the beach and a much more laid back environment, my sister talks about her last week in São Paulo. With a huge smile on the face, laughing out loud as she always does, a new idea:
In São Paulo you have so many things to do. And you can dress and behave like whatever you want, because nobody cares. The city is too big. People don´t even look at you.
It seems that seeking for personal freedom in São Paulo is a paradox of our age. People may think they have space to dress and live like they want and others´opinions are not important. If my opinion is not important to you life, some may think - I stop giving it.
It is a paradox because this lifelong searched "personal freedom" comes less from understading and dialoguing on the differences and more on the indifferences.
In comparison to Mumbai, where I lived last year, India is a place full of traditions which sometimes are overwhelming to a part of the population which might feel although they would prefer going other ways, they cannot because of the social pressures. Despite that, in Mumbai I could feel people were much more interested about each others' lives. You could feel the whole city comes together as one.
It is sincere, it is humane behaving like that...people don't need to agree on each others' ways of living, but at least saying they disagree is also a big sign of respect.
In that way, São Paulo is a city full of cities, a community full of individuals.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Times of change
Reading an article by Mckinsey on leadership, they show through a long time research which are the capabilities that should be cultivated by people under our current times of demanding circumstances.
Here they are:
*Give your life and work a sense of meaning that comunicate openly to others.
*Frame challenges constructively, emphasizing opportunities in change and uncertainity.
*Tap a broad constellation of internal and external constituents who can help your organization succeed.
*Engage proactively with risks and help your organization do the same.
*Sustain your energy while creating the conditions for others to restore theirs.
Reaching up to those points means you are into asking and looking for answers of questions such as: are you aware of your strengths? What is your greatest purpose in life and how is your career linked to that? Do you see opportunity in change and uncertainity? What are your fears? how can you "reframe" reality in order to overcome fears and allow optimism to sink in?
During times of change, fear and risk aversion can run rampant, but acknowledging and countering these emotions can help people summon courage to act and thus unleash tremendous potential.
Also, sustaining change requires the enthusiasm and commitment of large numbers of people across an organization/ society for an extended period of time.
Here they are:
*Give your life and work a sense of meaning that comunicate openly to others.
*Frame challenges constructively, emphasizing opportunities in change and uncertainity.
*Tap a broad constellation of internal and external constituents who can help your organization succeed.
*Engage proactively with risks and help your organization do the same.
*Sustain your energy while creating the conditions for others to restore theirs.
Reaching up to those points means you are into asking and looking for answers of questions such as: are you aware of your strengths? What is your greatest purpose in life and how is your career linked to that? Do you see opportunity in change and uncertainity? What are your fears? how can you "reframe" reality in order to overcome fears and allow optimism to sink in?
During times of change, fear and risk aversion can run rampant, but acknowledging and countering these emotions can help people summon courage to act and thus unleash tremendous potential.
Also, sustaining change requires the enthusiasm and commitment of large numbers of people across an organization/ society for an extended period of time.
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